Da memória ela abriga-se do medo
Jan gada abandonada na beira do rio seco
Nela havia navegado destemida, distraída
Ve la a rua lá fora, pois está muito triste
Jo gada como viela, estaria sem saída?
A esperança, contudo, continua em riste
Vi das à margem seca das vias, porém
Da quelas vias antes vistas com fartura
La crimejantes corações findos jazem
Fo (z)nte da rua torrencial na vida futura
Ra diante caudalosa desejos a fazem.
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Poema de Paulo Esdras aos povos originários e ribeirinhos


Genial!
Delicadeza, plasticidade, poesia, emoção e reflexão unidas em.um só poema! Parabéns magnifico poeta!
Muito bom, Paulo.